GCLIO

O Grupo Clio é uma associação de educadores dedicados ao ensino, pesquisa e cultura, sua fundação oficial se deu no ano de 2008, a partir dos anseios de um grupo de historiadores que buscavam construir um verdadeiro fórum de debate sobre inúmeras questões pertinentes a educação e a democracia em nosso país. Atualmente o GCLIO reúne educadores das mais diversas áreas e espaços de atuação com o propósito de ampliar os horizontes do nosso povo, construindo a unidade possível em torno da democracia e do republicanismo, e o consenso necessário da educação nas suas mais variadas vertentes. Defendemos a universalização do ensino público com a qualidade necessária para habilitar nossas crianças e jovens na vanguarda civilizacional através de dois pilares básicos a inclusão social e a participação política.

segunda-feira, 14 de março de 2011

GCLIO: Grupo de Estudo - Educação Nacional.

III SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO BRASILEIRA:

A CONAE E O NOVO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (2011-2020).



Prof. Ms. Helder Nogueira Andrade.
Coordenador do Grupo Clio. 



No início do mês de março, o Centro de Estudos Educação e Sociedade (CEDES) realizou o terceiro Seminário de Educação Brasileira (III SEB), propondo como tema o Plano Nacional da Educação - Questões desafiadoras e Embates Emblemáticos. O tema proposto está diretamente relacionado ao grande debate nacional consolidado oficialmente no primeiro semestre de 2010 com a realização da Conferência Nacional de Educação (CONAE), sobre as diretrizes, metas e estratégias para a educação nacional nos próximos dez anos (2011-2020) inerentes a lei que institui o novo PNE.

A natureza e a exeqüibilidade da proposta de organização de um Sistema Nacional de Educação no Brasil, ou seja, um verdadeiro sistema na integração das políticas públicas e garantia da clara responsabilidade dos sistemas de ensino desde o âmbito municipal até o federal, orientado para a efetivação de uma educação pública e de qualidade social para todos, esteve presente nas discussões da CONAE e volta à tona com o PNE. Nessa perspectiva, questões como o financiamento da educação, com destaque para a luta pela efetivação do referencial Custo Aluno Qualidade e a valorização do magistério, vislumbrando dois eixos fundamentais a formação docente e a qualificação da remuneração com foco nos planos de carreira, são explicitadas como primordiais para a consolidação da qualidade da educação no país.

O III SEB reuniu na Universidade de Campinas (UNICAMP), educadores, gestores de instituições públicas e privadas, parlamentares, representantes de sindicados, associações, partidos políticos, além dos docentes de inúmeras universidades do país. O encontro nacional expressa a relevância dos debates e proposições relativos ao novo PNE, em tramitação no Congresso Nacional como projeto de lei de importância singular para a definição dos rumos da educação nacional nos próximos anos.

Nesse sentido, as conferências e comunicações que garantiram a rica programação do III SEB, destacaram o papel fundamental do documento da CONAE como um verdadeiro marco da democratização dos debates que devem nortear o novo PNE, portanto tal documento deve ser respeitado por sua legitimidade, como fruto de uma ampla participação dos organismos da sociedade civil, vinculados a educação, desde o âmbito municipal até o encontro nacional com a aprovação de um documento substancial que garantiu a unidade da conferência na multiplicidade de debates e propostas dos mais variados segmentos da educação nacional:

A profícua parceria que se estabeleceu entre os sistemas de ensino, os órgãos educacionais, o Congresso Nacional e a sociedade civil constituiu fator determinante para a mobilização de amplos setores que acorreram às conferências municipais ou intermunicipais, realizadas no primeiro semestre de 2009, e conferências estaduais e do Distrito Federal, no segundo semestre de 2009, além da organização de vários espaços de debate, com as entidades parceiras, escolas, universidades, e em programas transmitidos por rádio, televisão e internet, sobre o tema central da conferência – Conae: Construindo o Sistema Nacional Articulado: O Plano Nacional de Educação, Diretrizes e Estratégias de Ação. O resultado desse estimulante processo de mobilização e debate sobre a educação brasileira está consolidado neste Documento Final que apresenta diretrizes, metas e ações para a política nacional de educação, na perspectiva da inclusão, igualdade e diversidade, o que se constitui como marco histórico para a educação brasileira na contemporaneidade. (Documento Final - CONAE).

Portanto, devemos compreender nossa inserção como educadores e educadoras do Ceará, no embate político vinculado ao novo PNE, o documento final da CONAE deve ser defendido como a verdadeira essência da lei, pois possui a legitimidade da mobilização e debate que integrou todo o país e proporcionou a expressão dos mais variados segmentos da sociedade civil com seus embates e contradições.

Devemos acompanhar com atenção a tramitação do novo PNE no Congresso Nacional e encaminhar propostas para os parlamentares, no sentido de garantir que a legislação a ser aprovada expresse de fato a efetividade do direito social inalienável da educação, buscando garantir mecanismos que efetivem o acompanhamento e avaliação sistemática para o cumprimento das metas propostas no novo PNE, a fim de evitar o fiasco ocorrido na efetivação de muitas metas e propostas do PNE 2001-2010. Precisamos potencializar todas as forças políticas e sociais para garantir o compromisso com a real democratização da educação em nosso país, com um verdadeiro Sistema Nacional de Educação.

sábado, 5 de março de 2011

III SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO BRASILEIRA NA UNICAMP.




Realizado pelo Centro de Estudos Educação e Sociedade (CEDES), o III SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO BRASILEIRA - IIISEB, teve como tema o PLANO NACIONAL DA EDUCAÇÃO: QUESTÕES DESAFIADORAS E EMBATES EMBLEMÁTICOS. Tomando tal problema, o CEDES buscou dar continuidade à reflexão sobre os desafios e caminhos para a educação brasileira, em suas etapas básica e superior, na educação complementar e nas políticas que lhes são pertinentes, como financiamento, valorização e formação do professor.

As temáticas propostas são de extrema relevância para reflexões sobre formulação de um Plano Nacional da Educação (PNE), a partir do qual e em regime de colaboração, se recoloca a possibilidade de um Sistema Nacional da Educação.

A natureza e a exeqüibilidade da proposta de organização de um Sistema Nacional de Educação no Brasil, orientado para a efetivação de uma educação pública e de qualidade social para todos, esteve presente nas discussões da CONAE e volta à tona com o PNE.

O cenário decorrente do período eleitoral sugere possibilidades tão distintas quanto a aprovação do novo PNE ainda em 2010, eventualmente por meio da criação de uma Comissão Especial, ou o início de sua discussão nesta legislatura, ficando sua votação transferida para 2011.

A idéia que percorre todo o IIISEB é de que é tão importante assegurar instrumentos concretos que permitam o acompanhamento e avaliação sistemática do cumprimento das metas do novo PNE, diferentemente do que ocorreu com o PNE 2001-2010, quanto favorecer o debate sobre as diretrizes, metas e estratégias no novo PNE. Atuar para a efetivação desta perspectiva é a tarefa que se coloca no horizonte imediato das forças políticas e sociais compromissadas com a real democratização da educação no país.



O DEBATE SOBRE O NOVO PNE FOI O FOCO CENTRAL DO ENCONTRO QUE REUNIU EDUCADORES DE TODO O PAÍS NA UNIVERSIDADE DE CAMPINAS (UNICAMP).



 EDUCADORES VINCULADOS AS UNIVERSIDADES, ASSOCIAÇÕES, SINDICATOS, ONGs, PARTIDOS POLÍTICOS, MOVIMENTOS SOCIAIS E SECRETARIAS DE EDUCAÇÃO PARTICIPARAM DO SEMINÁRIO.



PROF DR. MÁRCIO PORCHMANN (PRESIDENTE DO IPEA) TRATOU DE ALGUMAS QUESTÕES SOBRE O NOVO PADRÃO DE DESENVOLVIMENTO DO CAPITALISMO NO SÉCULO XXI E SUA RELAÇÃO COM A EDUCAÇÃO.



PROF. MS. HELDER NOGUEIRA ANDRADE (GCLIO) AO LADO DO PROF. DR. MÁRCIO PORCHMANN (PRESIDENTE DO IPEA).

GCLIO NAS ESCOLAS - Escola Estado do Pará: Celebração alusiva a conclusão das turmas de Ensino Fundamental e Médio.

O Grupo Clio apóia e participa de iniciativas que promovam a integração escola e comunidade, tomando como foco a democracia e a qualidade da educação no Ceará.

Prof. Helder Nogueira Andrade (GCLIO) participou de celebração organizada na Escola Estado do Pará, como professor efetivo da escola foi convidado pelo seu Núcleo Gestor para participar da celebração e comemorar com o coletivo da comunidade escolar esta conquista dos jovens.








sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

REFLEXÕES GCLIO.

“O novo sempre vem”


Prof. Maurício Manoel
Membro do GCLIO.


Hoje em dia, em várias situações, sinto-me deslocado. Sinto-me fora do que se instituiu como realidade social. Não sou de uma geração tão distante, ainda nem vivi o terço de um século, mas esse curto espaço de tempo me fez perceber que as diferenças entre as gerações (cada vez mais subdividias) estão se tornando quase opositivas. Essas diferenças evidenciam-se em todos os âmbitos: comportamento, relações amorosas, cultura, educação, família etc. Atualmente, a “nova juventude” parece estar perdida, sem referências, à mercê das imposições trazidas pela moderna comunicação.

A década de 80, um dia, foi chamada de “década perdida”. A juventude da época transpirava rebeldia e fazia surgir movimentos que emanavam um certo toque de atitude. O momento mais rico do Rock Nacional se deu nesse período com o surgimento de artistas e bandas que ainda hoje são cantados e reverenciados no país inteiro. Essa “década perdida” produziu, e muito, se compararmos com os últimos vinte anos.

A partir dos anos 90, percebeu-se que certos valores, antes considerados válidos e corretos, estavam perdendo força e espaço para outros mais fetichistas e aparentes. Desculpem-me a voracidade das palavras, mas não encontro outras para descrever melhor essas atitudes.

A partir desse período, um show de fetiches começou a transformar parte de nossa juventude em “fantoches voluntários”, facilmente manipulados pela força da mídia e tragados pelos pulmões do capitalismo selvagem e sem escrúpulos. Claro que não só a juventude é vítima desse processo, mas os cuidados dados as próximas gerações virão dos jovens de hoje, por isso a responsabilidade é ainda maior e justificada.

Em tempos de “ter é melhor do que poder ter” e “o mundo é dos espertos” sinto que o rumo traçado pelos jovens de hoje vai de encontro aos valores que inocentemente me foram ensinados. Estudar para ser alguém na vida, respeitar os mais velhos, pensar no futuro, valorizar a família, cuidar do irmão mais novo, rezar antes de dormir; em meio ao que vemos hoje na televisão e que infelizmente é copiado por parte da sociedade, esses valores parecem ser extremamente caretas. Hoje, mais do que nunca, devemos considerar válida a máxima de que as aparências enganam.

O “aproveitar a vida”, atualmente, limita-se a muito pouco. Sem referências, nossa juventude deixa de ser jovem mais cedo, deslumbrada com a falsa impressão de que podem tudo, devem tudo, de que a vida é curta, portanto não precisam estudar porque o futuro é a morte. O errado atrai mais do que o certo e quando descobrem que as nuvens não eram de algodão têm que correr atrás do tempo perdido amargando que o tempo passou e não disse a hora certa.

A leitura não mais atrai os jovens, que preferem ouvir o som de músicas questionáveis em intensidade nada confortáveis a dedicar-se ao silêncio e terapia de uma boa leitura. É duro admitir que as novelas - com suas traições amorosas, crimes e falsidades – substituíram quase que completamente o livro, as boas conversas com os amigos, os momentos com a família.

Nos últimos dez anos, nossa juventude viu surgir poucas produções culturais de boa qualidade. Tanto na literatura quanto na música o que vemos é uma produção de glória efêmera que se torna referência por um curto espaço de tempo, pois é descartável e rapidamente perde corpo frente ao que realmente possui qualidade. Querer comparar as produções musicais e literárias atuais com as de antigamente é até covardia.

Pois bem, Elis Regina cantou que “o novo sempre vem”, Belchior estava certo ao escrever essa letra belíssima que fala de sua nostalgia. Saudosista? Talvez. Mas hoje esse “novo” me faz (e com certeza não só a mim) - por todos os motivos citados – ter um sentimento de nostalgia muito forte e às vezes incontrolável. Se é para ver o lado bom das coisas, é ótimo ter o que lembrar.



segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

GCLIO: Reflexões políticas.

KARL MARX E A REALIZAÇÃO DA VIDA COMO PRÁTICA DA LIBERDADE.

Prof. Ms. Helder Nogueira Andrade.

“Não é a consciência que determina a vida, mas a vida que determina a consciência”, assim Marx e Engels definem na Ideologia Alemã, a relação entre vida e consciência na realização histórica da humanidade, portanto devemos compreender que apenas os seres humanos reais em suas determinações imediatamente materiais (comer, dormir, beber, trabalhar etc.) podem “fazer” a história, ou seja, o processo histórico deve ser compreendido na dinâmica da vida que imediatamente busca a satisfação das necessidades enquanto produção da própria vida material.
Assim, não podemos desenvolver uma “consciência ingênua” da realidade e acreditar que as idéias e o próprio mundo estão desintegrados da existência material dos seres humanos, tal realidade imprime determinados padrões de uma classe dominante que torna hegemônico seu modo de viver e pensar como algo universalmente válido, uma verdadeira estrutura de dominação que privilegia a domesticação ou adequação da consciência das maiorias exploradas ao seu status quo, e busca consolidar-se cotidianamente através de seus aparelhos ideológicos como o único horizonte possível para a realização da consciência, portanto aprisionando-a:

Os pensamentos da classe dominante são também, em todas as épocas, os pensamentos dominantes; em outras palavras, a classe que é o poder material dominante numa determinada sociedade é também o poder espiritual dominante. A classe que dispõe dos meios da produção material dispõe também dos meios da produção intelectual, de tal modo que o pensamento daqueles aos quais são negados os meios de produção intelectual está submetido também a classe dominante; em outras palavras são as idéias de sua dominação. (Marx, Karl. e Engels, Friedrich. A Ideologia Alemã. 1845.)

Portanto, devemos compreender que toda luta política das maiorias exploradas em qualquer época ou lugar, deve tomar como problema fundamental as condições de possibilidade materiais e intelectuais que forjam a hegemonia da consciência dominante. A realização legítima da consciência deve fundamentar-se no próprio movimento existencial dos indivíduos em meio as múltiplas experiências possíveis com seus limites, contradições e possibilidades. Apenas quando homens e mulheres compreendem criticamente a situação de exploração que estão submetidos na realidade de suas vidas é que a liberdade pode ser uma conquista possível, na práxis inerente a consciência-de-si de cada coletivo em sua singularidade. Devemos lutar contra toda forma de domesticação da consciência promovida pela minoria detentora dos meios de produção material e intelectual da sociedade.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

GCLIO: "FELIZ NATAL E UM GRANDE ANO PARA O NOSSO POVO!"

Desejamos a todos que acompanham a nossa caminhada como coletivo que avança na consciência do nosso povo e auxilia a construção necessária dos pilares que encaminham a liberdade, inclusão e igualdade.

FELIZ NATAL E ÓTIMO ANO NOVO!!

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

III Colóquio Abrindo Trilhas para os Saberes (SEDUC).


"Professores em formação: a escola como lugar de pesquisa."


Entre os dias 08 e 10 de dezembro de 2010, a Secretaria da Educação do Ceará (SEDUC) realiza o III Colóquio Abrindo Trilhas para os Saberes no Hotel Marina Park. A iniciativa visa a continuidade do projeto Professor aprenDIZ da referida secretaria.

O grande destaque da programação do evento é a apresentação de vinte e quatro trabalhos de pesquisadores e docentes da rede estadual de ensino do estado do Ceará, tais apresentações priorizam a troca de experiências e pesquisas entre os docentes das escolas estaduais de vários municipios cearenses.

O Prof. Ms. Helder Nogueira Andrade (GCLIO-SEDUC) apresenta trabalho intitulado Escola, democracia e adolescência: Mediações públicas e experiência política no ambiente escolar, na sexta-feira (10/12/2010). O referido trabalho desenvolve uma reflexão sobre a importância da experiência democrática no ambiente escolar tomando como horizonte fundamental os conceitos de gestão democrática e protagonismo juvenil.


RESUMO DO TRABALHO:


O presente artigo propõe uma discussão sobre a gestão democrática das escolas de Ensino Médio cearenses, tomando como foco central o corpo discente de adolescentes e as organizações gremistas, para desenvolver uma reflexão sobre as condições de possibilidade das mediações públicas democráticas como processo de fortalecimento da experiência política no interior da comunidade escolar. Destacamos que tal processo potencializa a formação integral do aluno com enfase no exercício da cidadania ativa, portanto participativa que favorece os liames sociais e encaminha o debate, além de ações e deliberações sobre os problemas cotidianos da comunidade escolar e em utlima instância da sociedade. Assim o trabalho evidencia que a democracia brasileira possui as bases formais para o avanço de uma cultura política democrática em nossa sociedade, posteriormente destaca a importância estratégica da educação escolar para fazer avançar o processo de fortalecimento de tal cultura em nosso país. Posteriormante propomos algumas reflexões sobre a importância da participação democrática e no caso específico das escolas o papel das organizações gremistas para a construção de mecanismos de participação e autonomia dos adolescentes. Por fim identificamos o novo valor da dimensão ética e cultural da educação para a consolidação de uma cultura política democrática entre os adolescentes de nosso país.


quarta-feira, 17 de novembro de 2010

GCLIO E ENEM: I CICLO DE AULÕES E DEBATES SOBRE O ENEM PROMOVIDO PELO GRUPO CLIO NO CEARÁ.

Entre os meses de junho e novembro de 2010, o Grupo Clio realizou o seu "I Ciclo de aulões, palestras e debates sobre o ENEM" no Ceará. No período realizamos atividades em mais de trinta escolas públicas e privadas de ensino médio do Ceará, além de universidades, sindicatos e associações.

Cidades como Maracanaú, Caucaia e São João do Jaguaribe, escolas de vários bairros de Fortaleza como os Liceus de Messejana e Vila Velha, Colégio Jenny Gomes e Ateneu foram contempladas com ações do projeto, sem contar com dois aulões, o primeiro no Anfiteatro do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura para quase 1000 jovens, e o segundo no Centro de Humanidades da UFC para mais de 1800 jovens.

Todo esse projeto foi idealizado e organizado pelos professores do
GCLIO em parceria com instituições públicas e privadas com o objetivo de informar, difundir e fortalecer ações que possam fazer do ENEM um novo momento da educação brasileira com a democratização do acesso as universidades, a inclusão das maiorias oriundas das escolas públicas no mundo da informação, ciência, autonomia e política. Nessa perspectiva o GCLIO reafirma seus compromissos com as juventudes, a educação e a democracia em nosso país.

Prof. Ms. Helder Nogueira Andrade.
Diretor do GCLIO.

domingo, 10 de outubro de 2010

GCLIO E ENEM: I CICLO DE AULÕES E DEBATES SOBRE O ENEM PROMOVIDO PELO GRUPO CLIO NO CEARÁ.

AULÃO DO GCLIO NO LICEU DE MESSEJANA EM FORTALEZA.FUTUROS UNIVERSITÁRIOS ESTUDANDO!!

DA ESCOLA PÚBLICA PARA AS UNIVERSIDADES!!
Aula do Professor Getúlio (Física-GCLIO).
GCLIO E ENEM: ESCOLA, JUVENTUDE E ACESSO A UNIVERSIDADE.